Requiem (T1): Uma alternativa à alternativa da alternativa

O texto que se segue NÃO CONTÉM SPOILERS

Vou-vos contar uma história: Um acontecimento traumático de natureza sobrenatural impele uma jovem mulher a procurar respostas num local remoto, onde vai descobrir um passado desconhecido, repleto de mistérios e segredos. Soa-vos familiar? Soa a nós todos. É o ponto de partida para uma grande fatia dos filmes produzidos com temática sobrenatural e é também a premissa da nova aposta da BBC, estreada este fim-de-semana mas já disponível na totalidade (seis episódios) à distância de um clique.

Para quem gosta de histórias do género e não se importa com repetibilidade de conceitos, “Requiem” são seis horas que não se dão como desperdiçadas. Não contem com grandes sustos (apesar disto depender da sensibilidade de cada um), mas contem com boas interpretações. Não contem com episódios muito intensos, mas contem com uma narrativa bem estruturada. Não contem com inovação ao género, mas contem com uma mitologia relativamente diferente do usual.

Mesmo não sendo uma aposta irreverente, não inovando no género o suficiente e não se demarcando entre as alternativas actuais em termos de ficção televisiva, “Requiem” apresenta alguns argumentos para merecer uma visualização. Mas podia ser melhor? Poder, podia…

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