Best Of: 26 de Fevereiro a 4 de Março

O texto que se segue NÃO CONTÉM SPOILERS.

O “Best Of” dá destaque por diferentes elementos do TVDependente ao melhor momento televisivo da sua semana, seja um episódio actual, uma cena de uma série com 10 anos, uma música ou um plano único.

Carolina: The Good Place – 2x10x11x12

Depois do surpreendente twist do fim da temporada passada era difícil “The Good Place” conseguir dar mais uma volta a uma história que apenas parece ter dois lados: o bom e o mau. No entanto, da mesma forma que Michael ganha quase um alma humana, a série conseguiu uma segunda temporada que mais uma vez terminou a trocar-nos as voltas. Para aí chegarmos tivemos 3 excelentes episódios finais que testaram as habilidades deste grupo em mentir e simular mas também em lutar contra os seus maiores defeitos. Excelentes interpretações, especialmente de Kristen Bell, que nos deixam animados para o que poderão fazer numa próxima temporada.

Rui: Óscars, Óscars, Óscars
Ah! as saudades das directas para acompanhar os Óscars , seguida por uma breve sesta matinal, seguido de uma sessão dupla no cinema para ver os premiados em falta… É curioso como uma cerimónia para distinguir o melhor que se fez no cinema, se torna um produto televisivo por excelência. E há de tudo: espectáculo, música, hipocrisia, lágrimas de emoção, lágrimas de decepção, humor, gaffes, drama,… E acima de tudo uma forma de (re)criar um espectáculo tendo por base a televisão. Às vezes questiono-me se em vez de uma cerimónia, de um espectáculo, não será antes um longo trailer publicitário sobre um cinema. Não interessa. É, também, deste tipo de programas que se faz televisão!

syrin: Seven Seconds
Foi um dos pilotos que me desafiaram a ver na passada semana, e uma das séries que acompanhei com interesse de início ao fim. O tema não é novidade, mas nunca deixa de ser actual, e por isso compreende-se que o filão não se esgote, com maior ou menor sucesso. No caso desta série em particular, há muito de bom a salientar, como é o caso das prestações de Regina King, Russell Hornsby e Michael ‘Fish’ Mosley, bem como do desenrolar lento da história e do seu surpreendente desfecho. Infelizmente nem tudo foram rosas, e é de lamentar que um dos papéis mais relevantes, o da procuradora KJ Harper, tenha estado uns bons furos abaixo do que a personagem pedia. Ainda assim, vale a pena dar uma vista de olhos a esta série num dos vossos próximos fins-de-semana de chuva.

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