American Vandal (T2): “It’s poop. But it goes a lot deeper than that”

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“Who is The Turd Burglar?”. São das premissas mais ridículas, aquelas que encontramos em “American Vandal” e, no entanto, a série do Netflix é uma das melhores comédias da actualidade. Mais do que o humor corriqueiro resultante dos actos de desenhar pénis em carros ou causar uma caganeira geral, é no sóbrio e acutilante reflexo social que estas histórias se transcendem.

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O Bom, o Mau e o Vilão: Não, não é “…and I wil always love yoooooouuu”, mas sim Socorro, estou preso no trânsito

Breves apontamentos e reflexões sobre a actualidade televisiva.

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Pilot Season: “The Purge” pede para ser purgada da TV

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O episódio-piloto de “The Purge” faz o que lhe compete: expõe a sua realidade (alternativa), dando a conhecer a quem não viu qualquer um dos quatro filmes aquilo que a diferencia daquela que conhecemos, onde existe um dia onde durante 12 horas se podem cometer todo o tipo de crimes, e apresenta as suas personagens, as pessoas que nos propõe seguir neste dia tão peculiar. Mas não só fá-lo sem alma nem carisma, deixando-se fazer refém do recontar de uma história, onde a única inovação parece ser quase que inspirada numa determinada série do Hulu bastante popular por estes dias, como desperdiça a oportunidade de aprofundar o universo por si criado.

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Iron Fist (T2): Secundários ao poder

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As segundas temporadas costumam ser complicadas. Para aquelas série que tiveram óptimas estreias, o segundo tomo tem tendência a perder algum do fulgor, seja pela repetição de temas, seja pelo medo de arriscar algo novo numa fórmula que comprovadamente funciona. Já para as séries que tiveram os seus percalços desde início e que têm a sorte de regressar, a segunda temporada é a verdadeira prova de fogo, dando a oportunidade de mostrar se há ou não ali algo que vale realmente a pena descobrir. Felizmente, “Iron Fist” conseguiu fazê-lo nesta sua segunda aventura, e tudo isso graças às personagens “secundárias”.

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The OA (T1): Ao segundo movimento, a magia sai reforçada

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Brit Marling e Zal Batmanglij têm histórias para contar. Basta ver qualquer uma das suas colaborações para o perceber. Com nome estabelecido no cinema independente norte-americano, especialmente no Sundance Film Festival, tomaram de assalto o Netflix no final de 2016 com uma proposta que fugia aos padrões das séries produzidas pelo gigante do streaming. A série em questão, “The OA”, chegou sem aviso mas depressa conquistou o seu espaço. Tenha sido pelo desafio (receio) que tal aposta implicava ou devido a uma estratégia de marketing anti-estratégia de marketing (a inexistência de promoção pode ter sido propositada), a verdade é que resultou.

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O Bom, o Mau e o Vilão: Yuppi, vai e não voltes, trá lá lá!

Breves apontamentos e reflexões sobre a actualidade televisiva.

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