Lost in Space (T1): Welcome to Terra Nova II

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“Lost in Space” é um remake de uma série de 1965, mas as alterações à premissa original e sobretudo o desaproveitamento da mesma sentem-se quase como se fosse passada a papel químico de uma outra série bem mais recente.

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Wild Wild Country (Docuseries): Quando a realidade se assemelha a ficção

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Contado, ninguém acredita. Não é bem por estas palavras, mas no início da série documental produzida pelos irmãos Duplass há uma frase que remete exactamente para determinados acontecimentos em que realidade é tão surreal que parece ficção. A história que “Wild Wild Country” reconta é um deles.

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The Exorcist (T2): Uma temporada que deveria ser exorcizada

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As heranças podem ser pesadas, como todos sabemos. “The Exorcist”, a série estreada na Fox em 2016, tinha uma dessas. Não é fácil pegar num livro icónico, adaptado a um filme que se tornou icónico, e fazer uma série que fosse menos que icónica. Mas, por vezes, os deuses do escrutínio parece que acordam perdulários e a primeira temporada, longe de ser icónica, lá escapou à desaprovação colectiva. Ganhou seguidores, surpreendeu até alguns dos mais cínicos, sobretudo por mostrar-se arrojada dentro das limitações que lhe foram impostas (não esqueçamos que estamos a falar duma série exibida em canal de sinal aberto, onde há determinadas regras a cumprir).  Com o relativo sucesso da primeira, seria de esperar uma segunda temporada livre de amarras. No entanto, havia uma a que não poderia escapar: o de manter intacto o legado deixado pela primeira.

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Waco (Minissérie): Quando a ficção dita a realidade

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Quando uma obra de ficção se propõe a contar uma história baseada em factos reais, sobretudo quando aborda eventos que nunca poderão ser devidamente esclarecidos em toda a sua complexidade, e onde a percepção pública (que pode ser manipulada) e a realidade parecem reféns de um jogo de braço-de-ferro, há quase sempre envolvida uma interpretação dos factos, uma tomada de posição, que, mesmo feita inconscientemente, retira alguma credibilidade ao que se quer contar. “Waco” sofre dessa condição.

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Everything Sucks! (T1): Uma viagem no tempo com alma e coração

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O ano é 1996. A maioria das personagens têm 15/16 anos. Tendo nascido em 1981, há uma identificação pessoal com “Everything Sucks!” que até hoje raramente encontrei.

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