Slasher (T1): Mais do mesmo, mas não um desperdício

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A propósito da estreia no Netflix de “Slasher: Os Culpados” (a segunda temporada) esta terça-feira, partimos à descoberta desta série de horror de antologia vinda do Canadá. E a viagem, não sendo memorável, não é um total desperdício.

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Ófærð (T1): Como a ficção escandinava continua a dar cartas

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A série islandesa passa neste momento na RTP2 com o título “Encurralados”. Encontram os quatro primeiros episódios na RTP Play, sendo que o primeiro só já estará disponível nos próximos três dias. Aproveitem.

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Mindhunter (T1): Mais uma entrada de luxo no catálogo do Netflix

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Sem ler sinopses e vendo apenas o primeiro teaser trailer, “Mindhunter” surge como meia-surpresa. Esta nova série produzida por David Fincher (e, entre outros, Charlize Theron) não conta a história de como uma equipa de agentes do FBI tenta capturar um determinado serial killer, como em “Se7en” ou “Zodiac”, mas sim como um pequeno grupo de homens e mulheres daquela agência governamental adaptaram a Psicologia e conseguiram moldar/evoluir a investigação criminal para aquilo que hoje conhecemos.

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Rick and Morty (T3): I’m Pickle Riiiiick!

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Rick, Morty e companhia regressaram para uma nova fornada de episódios que continuamente relembram o espectador de que nada importa. Seres que nada são por entre a teia de um tempo e espaço infinitos. Ao fim de três temporadas, tamanha máxima deveria ainda receber tão preponderante destaque?

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Strike (T1): Um tiro no escuro

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Apostar numa adaptação televisiva de um romance de sucesso é sempre um tiro no escuro. Por vezes a coisa funciona, mas de vez em quando o tiro sai ao lado, com consequências imprevisíveis. Felizmente, nos dias que correm temos tido a sorte de chegarem à televisão adaptações com cada vez maior qualidade que, embora nem sempre 100% fiéis ao original, conseguem respeitá-lo, como foi o caso “The Night Manager” e “The Handmaid’s Tale”. Será que “Strike” teve a mesma sorte?

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