Dark (T1): Na sombra de nada

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“Dark” é o título da primeira produção germânica para o Netflix e diz-nos metade daquilo que precisamos para perceber do que trata esta nova série. A tagline, “The question is not where. But when”, diz-nos o resto. Não há que enganar.

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Godless (T1): Um Western clássico de mão dada com a contemporaneidade

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Será possível ter um produto com raízes puramente clássicas adaptado com credibilidade de forma a que se sinta actual na sua abordagem? “Godless” diz-nos que sim.

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Lady Dynamite (T2): O maior freak show de 2017

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Maria Bamford continua na sua missão de derrubar os estigmas em torno das doenças mentais. “Lady Dynamite” mantém-se veículo semi-biográfico do coexistir da comediante com a sua doença bipolar de tipo II. Dada a conturbada base de inspiração, acaba por se resguardar como série de nicho. Em plena segunda temporada, ainda deixa o espectador com uma sensação de estranheza perante a faceta surrealista que exibe os contornos da mente da própria actriz. Por entre situações irrisórias, “Lady Dynamite” dispõe laivos de genialidade que tanto contam sobre uma Hollywood corrosiva.

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Manhunt: Unabomber (T1) – Não deixem esta escapar pelos pingos da chuva

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O poderio mediático alcançado pelo Netflix como produtor de conteúdos originais potencia a que as estreias das suas produções, ou mesmo de outrem mas com o selo “um original Netflix”, cheguem com mais facilidade junto da grande generalidade do público. Outros, principalmente aqueles que dão agora os primeiros passos na produção de ficção (“Manhunt: Unabomber” é apenas a segunda aventura do Discovery Channel por estas andanças), apesar de alguns serem entidades consolidadas no mundo da televisão (o Discovery é canal de referência dentro do género em que se insere), denotam alguma dificuldade em se impor mediaticamente no que respeita a este mundo das séries de ficção televisiva. Isto para dizer que enquanto toda a gente e o vizinho do lado anda embeiçada por “Minhunter” (legitimamente, diga-se), provavelmente deixou escapar uma pérola estreada pouco antes da série de David Fincher e que acode pelo nome que dá o título a este artigo.

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American Vandal (T1): “I’ll never understand what’s so amusing about penises”

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Um acto de vandalismo coloca em causa o futuro de um jovem conhecido pelas suas palhaçadas. Expulso da escola após ser considerado culpado, apesar de manter a sua inocência, cabe a dois dos seus colegas descobrir a verdade, encetando uma investigação que decidem registar em forma de documentário. É esta a premissa de uma das mais recentes apostas do Netflix e uma das séries mais geniais dos últimos tempos.

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Stranger Things (T2): Mais do mesmo… e ainda bem

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Com uma temporada de estreia de tremendo sucesso, “Stranger Things” tinha agora sobre si o peso do mundo que todas as séries que atingem a estratosfera de popularidade carregam. Mais do que simplesmente contar uma história, a responsabilidade agora era outra, uma que nem sempre é alcançável: não defraudar expectativas.

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Rellik (T1): Play. Stop. Rewind.

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Quando um tema está por demais batido e começa a faltar a imaginação para encontrar novas histórias, há que arranjar uma nova forma de vender o produto. Em “Rellik”, a forma encontrada foi a de contar uma história de trás para a frente. Mas terá sido a melhor opção?

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