Iron Fist (T2): Secundários ao poder

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As segundas temporadas costumam ser complicadas. Para aquelas série que tiveram óptimas estreias, o segundo tomo tem tendência a perder algum do fulgor, seja pela repetição de temas, seja pelo medo de arriscar algo novo numa fórmula que comprovadamente funciona. Já para as séries que tiveram os seus percalços desde início e que têm a sorte de regressar, a segunda temporada é a verdadeira prova de fogo, dando a oportunidade de mostrar se há ou não ali algo que vale realmente a pena descobrir. Felizmente, “Iron Fist” conseguiu fazê-lo nesta sua segunda aventura, e tudo isso graças às personagens “secundárias”.

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The OA (T1): Ao segundo movimento, a magia sai reforçada

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Brit Marling e Zal Batmanglij têm histórias para contar. Basta ver qualquer uma das suas colaborações para o perceber. Com nome estabelecido no cinema independente norte-americano, especialmente no Sundance Film Festival, tomaram de assalto o Netflix no final de 2016 com uma proposta que fugia aos padrões das séries produzidas pelo gigante do streaming. A série em questão, “The OA”, chegou sem aviso mas depressa conquistou o seu espaço. Tenha sido pelo desafio (receio) que tal aposta implicava ou devido a uma estratégia de marketing anti-estratégia de marketing (a inexistência de promoção pode ter sido propositada), a verdade é que resultou.

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Legion (T2): Uma espécie de trip lynchiana, mas sem gajos a varrer o chão durante cinco minutos

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Mindfuck, mind-orgy, mind-blowing, mind-bending… “Legion”, a série do FX baseada em super-heróis da Marvel, retirados do universo X-Men, ocupa um lugar na ficção televisiva actual quase ímpar, onde, juntamente com “Twin Peaks” – porventura uma das suas maiores inspirações -, nos oferece uma viagem em forma de delírio criativo pautado pelo meticuloso uso da imagem como forma narrativa.

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Condor (T1): Adrenalina controlada

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Com largas centenas de séries televisivas produzidas anualmente (o Presidente do FX até apresentou um relatório em que revelou que, só nos EUA, foram 487 em 2017), vivemos numa época em que ter uma série baseada num filme que, por sua vez, é baseado num livro é algo normal. “Condor”, produzida pela Paramount, MGM e Skydance, e exibida no AT&T, é a série em questão.

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Doctor Foster | Marcella: Duas mulheres neuróticas

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Para ressacar de uma primavera e início de verão chuvosos, nada melhor do que fazer um zapping entre as propostas da Netflix e ver o que sai na rifa. E o que saiu foram duas séries vindas deste lado do oceano: “Doctor Foster” (BBC) e “Marcella” (ITV).  A escolha parecia interessante, visto que do lado de cá se apreciam muito as séries britânicas dramáticas e, dentro deste género, as policiais. Juntando a isto o facto de termos como protagonistas duas mulheres fortes, era quase certo que a escolha era a mais acertada. Infelizmente não foi isso que aconteceu.

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Lost in Space (T1): Welcome to Terra Nova II

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“Lost in Space” é um remake de uma série de 1965, mas as alterações à premissa original e sobretudo o desaproveitamento da mesma sentem-se quase como se fosse passada a papel químico de uma outra série bem mais recente.

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