Dark (T1): Na sombra de nada

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“Dark” é o título da primeira produção germânica para o Netflix e diz-nos metade daquilo que precisamos para perceber do que trata esta nova série. A tagline, “The question is not where. But when”, diz-nos o resto. Não há que enganar.

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Godless (T1): Um Western clássico de mão dada com a contemporaneidade

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Será possível ter um produto com raízes puramente clássicas adaptado com credibilidade de forma a que se sinta actual na sua abordagem? “Godless” diz-nos que sim.

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Star Trek: Discovery – (1×09) – Into the Forest I Go (Netflix)

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O último episódio antes da pausa de Inverno da primeira temporada de “Star Trek: Discovery” confirma-nos que andávamos a ser ludibriados.

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Star Trek: Discovery – (1×08) – Si Vis Pacem, Para Bellum (Netflix)

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“Si Vis Pacem, Para Bellum” é o episódio de “Discovery” mais “Star Trek” até à data. Sim, sei bem que esta afirmação é idêntica à feita por mim em relação ao episódio anterior, mas não deixa de ser correcta.

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Lady Dynamite (T2): O maior freak show de 2017

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Maria Bamford continua na sua missão de derrubar os estigmas em torno das doenças mentais. “Lady Dynamite” mantém-se veículo semi-biográfico do coexistir da comediante com a sua doença bipolar de tipo II. Dada a conturbada base de inspiração, acaba por se resguardar como série de nicho. Em plena segunda temporada, ainda deixa o espectador com uma sensação de estranheza perante a faceta surrealista que exibe os contornos da mente da própria actriz. Por entre situações irrisórias, “Lady Dynamite” dispõe laivos de genialidade que tanto contam sobre uma Hollywood corrosiva.

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American Vandal (T1): “I’ll never understand what’s so amusing about penises”

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Um acto de vandalismo coloca em causa o futuro de um jovem conhecido pelas suas palhaçadas. Expulso da escola após ser considerado culpado, apesar de manter a sua inocência, cabe a dois dos seus colegas descobrir a verdade, encetando uma investigação que decidem registar em forma de documentário. É esta a premissa de uma das mais recentes apostas do Netflix e uma das séries mais geniais dos últimos tempos.

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Star Trek: Discovery – (1×07) – Magic to Make the Sanest Man Go Mad (Netflix)

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“Magic to Make the Sanest Man Go Mad” é o episódio de “Discovery” mais “Star Trek” até à data. Para o bem ou para o mal, dependendo das perspectivas, a série tem optado por um caminho distinto das anteriores séries do franchise. Seja em termos de tom, mais “dark and edgy” como muitos gostam de descrever este tipo de abordagem, ou por ousar em subverter cânones do Universo Trekkie, tem sido bastante obstinada na escolha do seu caminho. Este episódio, no entanto, apesar de trazer consigo o “selo” de entretenimento quase sempre garantido por histórias contadas em loop, deixa-se cair em clichés e incongruências.

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