Slasher (T1): Mais do mesmo, mas não um desperdício

O texto que se segue NÃO CONTÉM SPOILERS

A propósito da estreia no Netflix de “Slasher: Os Culpados” (a segunda temporada) esta terça-feira, partimos à descoberta desta série de horror de antologia vinda do Canadá. E a viagem, não sendo memorável, não é um total desperdício.

Continuar a ler “Slasher (T1): Mais do mesmo, mas não um desperdício”

Mindhunter (T1): Mais uma entrada de luxo no catálogo do Netflix

O texto que se segue NÃO CONTÉM SPOILERS

Sem ler sinopses e vendo apenas o primeiro teaser trailer, “Mindhunter” surge como meia-surpresa. Esta nova série produzida por David Fincher (e, entre outros, Charlize Theron) não conta a história de como uma equipa de agentes do FBI tenta capturar um determinado serial killer, como em “Se7en” ou “Zodiac”, mas sim como um pequeno grupo de homens e mulheres daquela agência governamental adaptaram a Psicologia e conseguiram moldar/evoluir a investigação criminal para aquilo que hoje conhecemos.

Continuar a ler “Mindhunter (T1): Mais uma entrada de luxo no catálogo do Netflix”

Pilot Season: Disjointed (Netflix)

O texto que se segue NÃO CONTÉM SPOILERS

“Disjointed” um dia apareceu no meu menu da Netflix e entre acabar “The Crown” e recomeçar “House of Cards” pareceu-me uma boa série para fazer uma pausa de questões de governação. Só que não…
Continuar a ler “Pilot Season: Disjointed (Netflix)”

Star Trek: Discovery – (1×04) – The Butcher’s Knife Cares Not for the Lamb’s Cry (Netflix)

O texto que se segue CONTÉM SPOILERS

“The Butcher’s Knife Cares Not for the Lamb’s Cry” não deixa de ser mais um episódio sólido desta nova “Star Trek”. Porém, duas opções da série deixaram-me de pé atrás, reflectindo-se na avaliação quantitativa que faço do mesmo.

Continuar a ler “Star Trek: Discovery – (1×04) – The Butcher’s Knife Cares Not for the Lamb’s Cry (Netflix)”

Star Trek: Discovery – (1×03) – Context is for Kings (Netflix)

O texto que se segue CONTÉM SPOILERS

Está a ser uma grande surpresa para mim, “Star Trek: Discovery”. Sou fã das séries do franshise que tive oportunidade de ver, e que enumerei na crítica ao primeiro episódio desta nova série, mas essas são outro “animal”, de uma natureza distinta graças a terem surgido numa altura em que a ficção televisiva era demasiado desconsiderada. O fraco investimento no meio, o modelo imposto, até o seu frágil prestígio, podiam permitir abordagens reflexivas a temáticas importantes, mas muitas vezes desenvolvidas com pouca dinâmica, de forma pouco entusiasmante, e sempre demasiado repetitivas. “Discovery”, por sua vez, parece determinada em aproveitar cada gota do sumo da Era de Ouro da TV.

Continuar a ler “Star Trek: Discovery – (1×03) – Context is for Kings (Netflix)”

Pilot Season: Big Mouth (Netflix)

O texto que se segue NÃO CONTÉM SPOILERS

A presente década tem sido testemunha para o surgimento de séries televisivas capazes de calar qualquer espectador que reduza o campo de animação à insignificância. Para lá dos peidos dados na MacFarland, há produtos a reclamar a animação para adultos como via a histórias de teor mais sério. O destaque recai inevitavelmente nas magistrais “BoJack Horseman” e “Rick and Morty”, fusões ideais entre comédia e drama. A recém-chegada “Big Mouth” cedo exibe potencial. Ode às vítimas da puberdade.

Continuar a ler “Pilot Season: Big Mouth (Netflix)”

Star Trek: Discovery – (1×02) – Battle at the Binary Stars (Netflix)

O texto que se segue contém SPOILERS

O segundo episódio de “Star Trek: Discovery” reflecte a razão para que ambos os episódios tenham sido exibidos continuamente: é como se fossem um filme, com princípio, meio e fim.

Continuar a ler “Star Trek: Discovery – (1×02) – Battle at the Binary Stars (Netflix)”