Iron Fist (T2): Secundários ao poder

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As segundas temporadas costumam ser complicadas. Para aquelas série que tiveram óptimas estreias, o segundo tomo tem tendência a perder algum do fulgor, seja pela repetição de temas, seja pelo medo de arriscar algo novo numa fórmula que comprovadamente funciona. Já para as séries que tiveram os seus percalços desde início e que têm a sorte de regressar, a segunda temporada é a verdadeira prova de fogo, dando a oportunidade de mostrar se há ou não ali algo que vale realmente a pena descobrir. Felizmente, “Iron Fist” conseguiu fazê-lo nesta sua segunda aventura, e tudo isso graças às personagens “secundárias”.

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The OA (T1): Ao segundo movimento, a magia sai reforçada

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Brit Marling e Zal Batmanglij têm histórias para contar. Basta ver qualquer uma das suas colaborações para o perceber. Com nome estabelecido no cinema independente norte-americano, especialmente no Sundance Film Festival, tomaram de assalto o Netflix no final de 2016 com uma proposta que fugia aos padrões das séries produzidas pelo gigante do streaming. A série em questão, “The OA”, chegou sem aviso mas depressa conquistou o seu espaço. Tenha sido pelo desafio (receio) que tal aposta implicava ou devido a uma estratégia de marketing anti-estratégia de marketing (a inexistência de promoção pode ter sido propositada), a verdade é que resultou.

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Lost in Space (T1): Welcome to Terra Nova II

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“Lost in Space” é um remake de uma série de 1965, mas as alterações à premissa original e sobretudo o desaproveitamento da mesma sentem-se quase como se fosse passada a papel químico de uma outra série bem mais recente.

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Wild Wild Country (Docuseries): Quando a realidade se assemelha a ficção

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Contado, ninguém acredita. Não é bem por estas palavras, mas no início da série documental produzida pelos irmãos Duplass há uma frase que remete exactamente para determinados acontecimentos em que realidade é tão surreal que parece ficção. A história que “Wild Wild Country” reconta é um deles.

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