Crónicas (T3): A magia de aproximar gerações

Há dias, revelei todo o meu desdém pela versão de 2017 de “Murder On The Orient Express”. De forma a contextualizar o repúdio demonstrado, lembrei-me de republicar um texto originalmente publicado há mais de quatro anos, mas que ainda hoje reflecte o meu apreço pela série que deu vida a uma das mais icónicas personagens entre aquelas criadas por Agatha Christie.

Aqui fica.

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O assassínio de um ícone

Este artigo não pretende reacender picardias de “televisão versus cinema”, porque “Murder on the Orient Express” tem uma boa versão trazida ao grande ecrã pelo mestre Sidney Lumet (mas está longe de ser um dos seus melhores filmes). Este artigo é sim um desabafo relacionado com a forma como se deturpam ícones para agradar (que é como quem diz “sacar-lhe o dinheiro”) a uma geração, imberbe em ideias e facilitista em conceitos, que claramente não os merece.

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