The OA (T1): Ao segundo movimento, a magia sai reforçada

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Brit Marling e Zal Batmanglij têm histórias para contar. Basta ver qualquer uma das suas colaborações para o perceber. Com nome estabelecido no cinema independente norte-americano, especialmente no Sundance Film Festival, tomaram de assalto o Netflix no final de 2016 com uma proposta que fugia aos padrões das séries produzidas pelo gigante do streaming. A série em questão, “The OA”, chegou sem aviso mas depressa conquistou o seu espaço. Tenha sido pelo desafio (receio) que tal aposta implicava ou devido a uma estratégia de marketing anti-estratégia de marketing (a inexistência de promoção pode ter sido propositada), a verdade é que resultou.

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